Descubra se o seu faturamento ultrapassa o limite do MEI, quando o desenquadramento acontece e quanto você pagaria de imposto como ME.
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Simulação estimativa com os valores de 2026: limite do MEI de R$ 81.000 por ano, DAS-MEI calculado sobre o salário mínimo de R$ 1.621 (R$ 82,05 comércio ou indústria, R$ 86,05 serviços e R$ 87,05 misto) e tabelas do Simples Nacional da LC 123/2006. O cálculo como ME usa a alíquota efetiva do anexo indicado e não considera Fator R, segregação de receitas, ICMS ou ISS por fora, retenções nem custos de folha. Atividades de serviço sujeitas ao Fator R podem cair no Anexo V se a folha for baixa, o que aumenta o imposto. O projeto que eleva o limite para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028 (PLP 186/2026) ainda depende de aprovação e não está considerado. Consulte a Contefy antes de decidir.
Comparar uma proposta CLT com uma proposta PJ olhando só o valor mensal leva a erro nas duas direções. Do lado CLT existem valores que não aparecem no salário; do lado PJ existem custos que ninguém menciona na negociação.
No CLT, além do salário, o trabalhador recebe 13º, férias com o terço constitucional e FGTS, e sofre os descontos de INSS e Imposto de Renda. Há também o que não é dinheiro no mês: estabilidade relativa, aviso prévio, seguro-desemprego e o FGTS funcionando como reserva.
No PJ, o valor da nota é bruto. Dele saem o DAS do Simples, o honorário do contador e o INSS e o IR sobre o pró-labore. Não há 13º, férias, FGTS nem aviso prévio — quem quiser esses valores precisa provisionar por conta própria.
Dois pontos ficam fora de qualquer planilha e costumam ser decisivos.
O primeiro é previdenciário. Como PJ, você contribui pelo pró-labore na condição de contribuinte individual, e a base que escolher hoje é a base do seu benefício depois. Vale ver o que o INSS garante ao PJ e comparar o INSS do autônomo com o do PJ.
O segundo é trabalhista. Se a relação tiver subordinação, pessoalidade, habitualidade e onerosidade ao mesmo tempo, existe vínculo de emprego independentemente do contrato assinado. Nesse caso não é escolha de regime, é vínculo disfarçado — e o risco corre para as duas partes.
Se o que você quer é chegar a um número para negociar, veja também quanto cobrar como PJ.
A Contefy abre seu CNPJ de graça, define o pró-labore junto com o Fator R e cuida do mês a mês. Contabilidade online a partir de R$139,90/mês. Fale com a Contefy.
Base normativa: Lei Complementar nº 123/2006 (anexos e Fator R), CLT (art. 3º, quanto aos requisitos do vínculo) e Lei nº 15.270/2025 (faixas do Imposto de Renda). A Contefy confere os valores vigentes na fonte oficial antes de recomendar.
Não existe um multiplicador confiável. O valor depende do anexo do Simples, do Fator R, do pró-labore escolhido e dos benefícios que você deixa de receber. A comparação precisa ser feita com os seus números.
Sim. Não existe FGTS, 13º, férias nem aviso prévio para PJ. Quem quiser o equivalente precisa provisionar esses valores por conta própria, o que deve entrar na conta antes de aceitar a proposta.
Sim, contribuindo sobre o pró-labore na condição de contribuinte individual. A alíquota é de 11% até o teto do salário de contribuição, e a base escolhida define o valor do benefício futuro.
Depende da relação de fato. Se houver subordinação, pessoalidade, habitualidade e onerosidade ao mesmo tempo, existe vínculo de emprego mesmo com contrato de prestação de serviço assinado, e há risco trabalhista para as duas partes.
Na maioria dos casos o Simples Nacional, no Anexo III ou no Anexo V conforme o Fator R. Em faturamentos mais altos ou com folha muito baixa, vale comparar com o Lucro Presumido.
Os custos recorrentes são o DAS, o honorário contábil e o INSS sobre o pró-labore. Na Contefy a contabilidade online começa em R$139,90 por mês, e a abertura do CNPJ é gratuita.